terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Mala do contador

Olá! Apresento-te um grupo que se intitula como:


Apresento-te de seguida um pequeno texto explicativo sobre quando surgiu, como funciona este grupo e o que é que faz.
"Desde muito cedo que Nuno Garcia Lopes e Filipe Lopes se dedicaram à área da literatura. Depois das participações individuais no suplemento literário DN Jovem do Diário de Notícias e das outras acções pontuais, decidem em 1991 iniciar um programa no pacato universo radiofónico tomarense. Inicialmente com apenas uma hora, à sexta-feira à noite, “Papoilas do Hospício” misturava os mais diversos estilos musicais com a leitura de textos escolhidos em função do tema semanal, mas sempre do agrado dos autores. O espaço era um momento de saudável loucura, irreverente e com performances variadas, incluindo a apresentação de folhetins radiofónicos humorísticos. Depois de três anos de emissões o programa terminou, tendo-se realizado um recital/espectáculo, na então Biblioteca Municipal de Tomar, em Maio de 1994, utilizando-se pela primeira vez o nome O Contador de Histórias.

Em Novembro de 1995, é publicado o primeiro livro com esta chancela. Em 1996 decorre o primeiro encontro literário Setembro – Poesia em Tomar, organizado pelo Contador, em parceria com a Câmara Municipal de Tomar, e que se prolongaria por quatro anos. No entanto, só em 1997 O Contador de Histórias surge como grupo artístico. Depois de uma série de recitais em locais diversos e mesmos inesperados (a sala de um convento, um átrio de hotel, uma sinagoga, etc), revelando frequentemente textos pouco conhecidos, o grupo enveredou igualmente pela vertente pedagógica, respondendo a inúmeras solicitações para públicos escolares.

A narração oral acabou por ganhar igualmente o seu espaço, fazendo jus ao nome do grupo, especialmente após os frutuosos encontros com os mestres António Fontinha e Delphim Miranda e a passagem pelas Palavras Andarilhas.
O Contador de Histórias tem participado em diversas actividades, frequentemente respondendo a convites que lhe são dirigidos. Destaquem-se a Expo 98, Fringe Tomar - Festival Internacional de Dança Contemporânea, Palavras Andarilhas e Dias Medievais de Castro Marim, além de centenas de iniciativas em escolas, bibliotecas, colectividades, feiras, empresas, etc.

Nos últimos anos o Grupo passou por alguns dos locais mais emblemáticos do país: Bedeteca de Lisboa, Fóruns FNAC, Livraria Ler Devagar, Livraria O Navio de Espelhos, Convento de Cristo... Já demos várias voltas a Portugal, por escolas e bibliotecas de Monção a Lagoa, da Figueira da Foz a Figueira de Castelo Rodrigo, de Castro Daire a Castro Verde, e pelas ilhas dos Açores e Madeira. Conheça aqui a opinião de quem já assistiu às nossas acções.

Temos vindo a especializar-nos, cada vez mais, no trabalho com grupos de características próprias, que fogem à norma dos grandes públicos. É o caso dos reclusos, com os quais, além de diversas actividades pontuais, foi desenvolvido o programa "A poesia não tem grades", em articulação com o Instituto Português dos Livro e das Bibliotecas, nos estabelecimentos prisionais de Sintra (masculino) e Tires (feminino). É assim também nas actividades de animação desenvolvidas em colaboração com a Fundação do Gil, em pediatrias hospitalares de Lisboa, Porto, Almada, Barreiro, Coimbra, Abrantes, Portimão, Setúbal, Matosinhos e Funchal, incluindo estabelecimentos especialmente sensíveis como Alcoitão ou o Instituto de Oncologia. Para os idosos desenvolvemos desde há vários anos, em vários concelhos do país, acções com o objectivo de dinamizar hábitos de convívio cultural.

As possibilidades de integração através da experimentação artística levaram também o Grupo a colaborar com a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em Risco, participando em algumas acções de formação de técnicos. O trabalho tem vindo a ser desenvolvido por uma equipa que integra elementos com formação nas áreas da psicologia e pedagogia, além de escritores, músicos, ilustradores e contadores de histórias."
O grupo é constituido por:
Arlindo Marques, Filipe Lopes, João Patrício e Nuno Garcia Lopes.

Ligado a este grupo surgiu também uma editora.
Começou por ser, tal como todo o núcleo, um projecto ligado à poesia. Depois do primeiro título, em Novembro de 1995, seguiram-se mais alguns a um ritmo de um ou dois por ano, até à decisão de apostar seriamente nesta área. Quanto à editora tem já uma livraria em Lisboa, onde qualquer pessoa pode ver todas a diversidade em obras.

Este grupo, tem diversas acções para diferentes "públicos-alvo":
- conto para crianças,
- conto,
- contos para idosos,
- recitais para crianças,
- recitais para jovens,
- oficinas para crianças e jovens,
- recitais,
- espectáculos,
- acções de sensibilização
- outros.

Este grupo de contadores já esteve em diversas bibliotecas em todo país, (continente e ilhas), estabelecimentos prisionais e outros locais.
Este grupo pelo que pude perceber no seu site funciona muito bem, pois são reconhecidos pelo seu trabalho em todo o país.
Lembro que em breve Filipe Lopes, (contador deste grupo) irá estar na Biblioteca Municipal de Chaves a contar história a crianças, durante uma semana. Em breve trarei mais pormenores acerca disto.
No post seguinte ficam algumas sugestões de livros deste grupo e os seus contactos.

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